Diversas fontes da cadeia de suprimentos revelaram que CPUs Intel receberão um novo aumento de até 10% em outubro de 2026. Até o momento, a companhia de tecnologia não confirmou a informação ou revelou quais serão os novos valores.
De acordo com a reportagem da Digitimes, simultaneamente a empresa descontinuará os produtos que trazem uma menor margem de lucro — isso significa que, em breve, haverá escassez de modelos de entrada, mais básicos.
A intenção da Intel é clara: reduzir suas linhas que trazem pouco retorno financeiro enquanto melhora a lucratividade geral. O ajuste estratégico é ótimo nas planilhas para acionistas, mas deve impactar muito o mercado de consumidores.
Se hoje temos a crise das memórias RAM e de armazenamento, logo a falta de processadores Intel mais baratos deixará o público sem opções. Ou terá de gastar muito para comprar CPUs de alto desempenho (que estarão ainda mais caras) ou ficará sem a sua máquina.
No texto original, é dito o termo “Small Core” — que pode ser entendido como hardwares mais simples tais quais sistemas integrados, IoT e outros usados pela indústria, comércio e demais fins não domésticos. Contudo, sem uma declaração oficial da própria Intel, se torna difícil de especular o que a empresa almeja.
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O aumento dos processadores Intel
Na prática, esta será a terceira vez que os custos dos processadores sobem apenas neste ano. Nas anteriores, diversos componentes foram envolvidos nos acréscimos: de notebooks de entrada a computadores e até o núcleo Xeon para servidores.
Além disso, a iniciativa ocorre em um momento muito delicado da indústria — o que pode causar impacto nas suas vendas, ainda mais do que foi visto nos últimos anos. Como perdeu um espaço enorme para a AMD, uma elevação poderia provocar uma migração maior de consumidores.
Se o aumento da Intel não fosse o bastante, novas tarifas dos EUA podem encarecer de notebooks a videogames.
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