A eliminação da Seleção Brasileira da Copa do Mundo, após a derrota por 2 a 1 para a Noruega, rendeu críticas ao técnico Carlo Ancelotti. O treinador foi questionado pelas substituições e pela postura da equipe, que teve menos posse de bola e adotou uma estratégia baseada nos contra-ataques. Após a partida, o jornal alemão Bild, um dos mais influentes do país, teve acesso ao vestiário da Seleção Brasileira e às anotações deixadas por Ancelotti.
Os documentos continham informações sobre a marcação em escanteios da Noruega, além de detalhes sobre o lado preferido das cobranças de pênaltis dos jogadores da equipe nórdica.

Os papéis foram deixados nas cabines do vestiário após o confronto.

Em uma das anotações, Ancelotti descreve o comportamento do goleiro norueguês Orjan Nyland. Segundo o material, o arqueiro “sempre cai no chão” e teria dificuldades para defender finalizações à meia altura.

A estratégia, porém, não funcionou. Ainda no início da partida, o goleiro de 35 anos defendeu um pênalti cobrado por Bruno Guimarães.
As instruções também detalhavam a organização defensiva da Seleção nas bolas paradas. Rayan, por exemplo, recebeu a missão de marcar Erling Haaland, autor dos dois gols da vitória norueguesa.
Já Gabriel Martinelli foi encarregado da marcação sobre Alexander Sorloth durante os escanteios.

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