Foto: Reprodução/Amazon Sat
Médica radioterapeuta e empresária, Egreen Baranda é fundadora e CEO do Kwait Club, um River Club localizado às margens do lago Macurany, na zona Sul da cidade de Parintins (AM). Surgido em 2018 como um espaço inovador para suprir a falta de opções de lazer diurno e celebrações durante o Festival Folclórico de Parintins, o Kwati Club passou por reformas e já está com uma estrutura mais ampla para receber visitantes não somente durante o Festival, mas para diversas atividades em todos os dias do ano.
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Há quase dez anos enfrentando os desafios diários de empreender na Amazônia, Egreen Baranda acredita no potencial amazônico de encantar aqueles que vivem na região e também aqueles que buscam conhecê-la. A fundadora e CEO do Kwati Club acredita que Parintins tem potencial para movimentar a economia não somente na época do Festival, mas durante todo o ano.
“Não é segredo para ninguém que o Festival de Parintins move milhões de reais na economia e a importância que o Festival tem para a população de Parintins. Mas eu acho que o grande diferencial no empreendedorismo do turismo amazônico é justamente esse. É você conseguir trabalhar ao longo do ano para que você consiga gerar renda. Então imagina que durante o Festival de Parintins a gente gera cerca de duzentos empregos diretos e indiretos ali para a população. Claro que fora do Festival a gente vai ter uma quantidade menor, mas a gente não vai deixar de estar gerando”, comenta.
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A importância do Kwait Club na visão de Egreen Baranda

Para Egreen Baranda, o Kwati Club tem por objetivo gerar meios para atrair aqueles que querem conhecer Parintins para além do Festival Folclórico que acontece todos os anos no fim de junho. Egreen destaca que a cidade de Parintins possui diversos outros atrativos e que é preciso conhecê-los.
“Eu enxergo o Kwati não só como uma opção durante o Festival. Eu acho que, durante o Festival, enquanto não tiver a reforma do bumbódromo, existe uma limitação para receber essa população que quer vir a Parintins. Eu digo que Parintins não funciona só os cinco dias que giram em torno do Festival. A gente tem que trabalhar para os outros 360 dias. Então o Kwati Club vem há anos trabalhando para que a gente consiga ter visitantes nesses outros 360 dias. Eu acredito que a importância do Kwati seja exatamente nesse papel que a gente faz, um trabalho ao longo do ano para continuar recebendo esse turista, para continuar recebendo esse cliente que quer vir a Parintins”, explica.
Lazer e conforto
Segundo a empresária, o Kwati Club possui diversos atrativos que vão desde o conforto de seus quartos, até os eventos realizados dentro do espaço.
“A edição 2026 eu brinco que é um revival. Porque na época que o Kwati era exclusivo de uma marca, ele já era exatamente como ele está hoje: um Kwati voltado para a experiência, que vai proporcionar aos clientes um atendimento personalizado, um Kwati que vai ter uma carta de drinks especial, um Kwati que vai ter um restaurante de buffet amazônico, mas também com outras culinárias. Já tínhamos esse ritmo menos acelerado há dez, vinte anos atrás. E a gente tá vivendo agora essa época. É um revival“, destacou Egreen.
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A empresária e médica é uma das convidadas do programa Gente do Norte – Empresas, transmitido pelo canal Amazon Sat. Assista:
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