Últimas

Nos EUA, Flávio pede a eleitores que engajem nas redes sociais

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 3 horas)

O senador Flávio Bolsonaro (PL) pediu a apoiadores, na 3ª feira (26.mai.2026), que atuem nas redes sociais e façam uma “batalha diária” contra o PT. Pré-candidato ao Planalto, Flávio elogiou Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e disse que o irmão “continua lutando pela liberdade” do Brasil, mesmo à distância. As declarações foram feitas em vídeo gravado nos Estados Unidos ao lado do ex-deputado federal e de outros aliados.

Flávio vinculou o engajamento nas redes à disputa política de 2026. “A gente precisa de cada um de vocês engajados nas redes sociais, fazendo essa batalha diária, também no ambiente virtual, conversando em casa, na rua, no trabalho. É assim que a gente conscientiza os brasileiros para a gente não correr o risco de ter mais 4 anos de PT no Brasil”, declarou no vídeo.

O senador afirmou que uma nova vitória petista seria “desastrosa” para o país. “Seria um dano irreparável por algumas décadas no nosso país. Mas, Deus está no controle, bora resgatar esse Brasil. Vem com a gente!”, disse.

A gravação foi feita depois de Flávio se reunir com o presidente dos EUA, Donald Trump (Partido Republicano), no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, na 3ª feira (26.mai). O encontro estava fora da agenda oficial do republicano e foi fechado à imprensa. O senador estava acompanhado de Eduardo e do jornalista Paulo Figueiredo.

“O Eduardo juntou uma tropa aqui para tratar também de futuro do Brasil. Mostra que continua lutando pela liberdade do nosso país, mesmo à distância, sofrendo as consequências”, declarou o senador. Segundo Flávio, o objetivo é “normalizar” o Brasil, “voltar a ter uma democracia” e fazer as instituições funcionarem de forma “harmônica”.

No vídeo, o congressista afirmou que o grupo pretende olhar “para frente com muita responsabilidade” e mencionou pautas como segurança pública, redução de impostos, emprego e “liberdade de carga horária”. Disse que seu projeto político se inspira no governo do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“É o que a gente vai fazer nesse país. Olhar para frente com muita responsabilidade, com um Congresso forte para que possamos fazer as mudanças que são necessárias para combater a criminalidade, para reduzir impostos, para levar a comida de volta para a mesa do povo brasileiro, para trazer oportunidades de empregos que paguem bem, liberdade de carga horária, muita coisa para acontecer no Brasil, inspirado no que fez o presidente Bolsonaro, que já deu certo, só que a gente pode fazer ainda melhor”, declarou.

A viagem de Flávio aos EUA teve como um dos temas centrais a tentativa de articular, junto ao governo norte-americano, a classificação do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas. Depois da reunião com Trump, o senador disse ter feito o pedido diretamente ao republicano.

O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é contra a medida e argumenta que a classificação poderia abrir brecha para interferências estrangeiras em questões internas do Brasil.

Flávio afirmou que Trump perguntou sobre a saúde e a situação jurídica de Jair Bolsonaro. Segundo o senador, o presidente norte-americano quis saber “sobre as condições da prisão”.


Leia mais:

Nos EUA, Flávio pede a eleitores que engajem nas redes sociais — Radar Olhar Aguçado | Radar Olhar Aguçado